A aura total

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A aura total

Visão do Complexo Humano destacando a aura ou psicosfera ou fotosfera psíquica ou veículo ou túnica de forças eletromagnéticas em sua forma ovalada ou ovóide, formada pela emanação dos diferentes corpos ou campos multidimensionais. De dentro para fora se vê: o corpo físico, o duplo etérico ou corpo vital (na figura, a camada fina cinza azulada), o corpo astral ou emocional (camadas rosas), o corpo mental (camadas amarelas) e o corpo causal (camadas violetas). As repetições de algumas camadas foi a tentativa de mostrar a expansão e contração do nosso complexo, sob a regência das irradiações do Espírito imortal.

Visualizamos ainda os Chakras ou Centros de Força ou Fulcros energéticos ou Centros Vitais que existem às centenas em nosso complexo, classificados como mínimos, menores, maiores, secundários, principais, primordiais etc.; e desempenhando inúmeras funções, dentre elas, a de reger as atividades fisiológicas dos órgãos a eles relacionados. Tentamos unir as várias escolas e interpretações a respeito do tema, priorizando e definindo como principais ou primordiais os dez seguintes centros, visto em sua face anterior: coronário, cerebral ou frontal, ajna, laríngeo ou da garganta, cardíaco, esplênico, gástrico ou solar, umbilical, genésico ou sexual e fundamental.

No detalhamento do centro de força esplênico podemos notar que os chakras são na verdade formados de microtúbulos que irão compor as chamadas pétalas, tão comuns em suas habituais descrições.

O Corpo perispiritual ou espiritual ou psicossoma pode ser definido como sinônimo de corpo astral ou como o conjunto dos corpos, excetuando-se o corpo físico e duplo etéreo. O perispírito, nesta conceituação, seria um mediador entre o Espírito e o corpo físico, não homogêneo, mas heterogêneo, formado de densidades ou campos energéticos ou vibracionais ou camadas sutis ascensionais (do físico para o Espírito) ou descendentes (do Espírito para o físico), numa espécie regular de graduação vibratória, denominados de corpos por várias escolas espiritualistas. Representamos apenas os cincos primeiros corpos (físico, etérico, astral, mental e causal), mas estudiosos sobre o assunto classificam em sete, incluindo o corpo Supramental e o Cristico ou Búdico ou de Beatitude, outros em dez, em doze ou até mais corpos.

Cada camada vibratória sutil ou superior penetra ou interpenetra totalmente as camadas de maior densidade ou inferiores, sendo que o corpo físico é o corpo mais denso, situado na parte mais interna de toda a nossa estrutura fisio-psíquica. Seria semelhante à pele que reveste toda a musculatura que por sua vez envolve todo o tecido ósseo, somente que as camadas sutis além de revestir também interpenetram as camadas mais densas, como se a pele interpenetrasse a musculatura e o tecido ósseo, e a musculatura seria interpenetrada pela pele e junto a ela penetrariam o tecido ósseo. Detalhes, nas próximas páginas, a partir da imagem 41.

Devemos notar que as ilustrações seriam como fotos de determinado momento do nosso psiquismo uma tentativa didática e estática de estudar algo extremamente dinâmico, que certamente deve estar bem além da nossa capacidade de materialização e entendimento. Não devemos confundir a forma, o esquema gráfico e o conceito com a realidade imperecível.

Repetições da imagem anterior, com maior detalhe dos quatros principais corpos. Visão de corpo inteiro: frontal e meio perfil. Notamos o corpo físico, o duplo etérico ou corpo vital - camada cinza azulada, o corpo emocional ou astral também denominado de perispiritual, quando se toma a parte pelo todo - camada rosa, o corpo mental (expansão e contração) - camada amarela acinzentado. Segundo André Luiz, o corpo mental é o envoltório sutil da mente e preside a formação do corpo espiritual ou perispiritual. Nesse enfoque, André Luiz opta por definir o perispírito como sinônimo de corpo astral. Dentro dessa assertiva, podemos compreender a perda do perispírito, a segunda morte, narrada pelo autor no livro Libertação, na expansão evolutiva ou na conquista de planos mais altos, na queda espiritual ou ovoidização e ainda nas operações redutivas e desintegradoras dos elementos perispiríticos necessárias a vários renascimentos na carne. Não significa a perda perispiritual total, entendido como o conjunto dos corpos ou campos sutis, mas a perda dos veículos ou níveis vibracionais mais grosseiros quando evoluímos ou contraímos, mantendo-se em estado de germe e vivendo apenas revestido pela túnica mental quando ovoidizamos ou mesmo nas operações complexas, necessárias à maioria dos renascimentos.

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