Os centros de força

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Os centros de força

Muito ainda falaremos sobre os centros de força ou chakras ou centros vitais. Agora, apresentaremos apenas um esboço do tema, que será revisto e aprofundado nos próximos meses, nos novos artigos e comentários que estaremos publicando no nosso portal.

Os centros de força são fulcros energéticos, que, por automatismo adquirido na esteira milenar da evolução, regem os trilhões de células do corpo físico e igualmente as células em outra faixa vibratória, do corpo etérico e astral, imprimindo em cada unidade os impulsos construtivos ou destrutivos da consciência imortal. Existem nas várias camadas multidimensionais ou corpos, interagindo e se correlacionado, formando uma cadeia de recepção, armazenamento e emissão de energias sutis, oriundas de cada individualidade e do oceano infinito onde vivemos, nos movemos e existimos. São encontrados às centenas em todo o nosso complexo fisiopsíquico, mas aqui, destacamos apenas os primordiais classificando em dez, como anteriormente já havíamos mencionado.

Os chakras se relacionam com as várias redes plexiformes existentes no organismo e estão veiculados diretamente a inúmeras glândulas endócrinas, transformando energia de diferentes dimensões ou de faixas vibracionais específicas em alterações fisiológicas, hormonais, teciduais, celulares, etc. O pensamento, antes de ser emitido atuando sobre ambientes, pessoas e objetos, circula em circuito fechado, pelos nossos chakras.

Os centros de força podem ser descritos como estruturas duais à semelhança de inúmeros órgãos do nosso organismo. São classificados como anteriores e posteriores ou dorsais e interagem em mecanismos complexos de recepção, armazenamento e emissão. Podem também ser definidos como órgãos únicos, holográficos, estruturados em duas metades bipolares, que desempenham funções semelhantes e complementares:

"A bipolaridade é lei geral a manifestar-se naturalmente na universalidade dos fenômenos físicos ocorrentes em nosso orbe". (Áureo, Universo e Vida, Cap. V, Item 11).

Na figura 51, visualizamos a aura em um padrão de uma única camada azulada, sem evidência das outra dimensões, sendo destacados os centros de força: Coronário, Frontal ou Cerebral, Ajna e o Laríngeo ou da Garganta. Vemos, perfeitamente e de forma mais reduzida, os microtúbulos, inclusive passando a visão de pétalas ou raios em movimento (vide o centro laríngeo na imagem). Na figura 52, notamos os mesmos chakras, vistos em detalhes na face anterior e posterior, ou seja: Frontal anterior e posterior, Ajna anterior e posterior (na verdade é um chakra menor conjugado ao frontal dorsal, formando uma unidade), Laríngeo anterior e posterior.

As imagens 53, 54 e 55 destacam os outros fulcros energéticos em suas feições anteriores e posteriores: Cardíaco anterior e posterior (também chamado de umeral), Gástrico ou Solar anterior e posterior, Esplênico anterior e posterior, Umbilical anterior e posterior, Genésico ou Sexual anterior e posterior (também denominado de básico) e o Fundamental que poderia ser classificado como o posterior do Coronário.

As figuras de 56 a 60, em diferentes ângulos, mostram os centros anteriores e posteriores destacando alguns órgãos físicos e dando a dimensão da interação e complexidade dos chakras:

"Do centro coronário, que lhe serve de sede, a mente estabelece e transmite a todo o seu cosmo vital os seus padrões de consciência e de manifestação, determinando o sentido, a forma e a direção de todas as forças orgânicas, psíquicas e físicas, que se lhe subordinam.

Por meio do centro cerebral, governa então as atividades sensoriais e metabólicas, enquanto controla a respiração, a circulação sangüínea, as reservas hemáticas, o sistema digestivo e as atividades genésicas, por meio, respectivamente, dos centros laríngeo, cardíaco, esplênico, gástrico e genésico". (Áureo, Universo e Vida, Cap. V, Item 19).

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