Ibbis pede ajuda para missão de auxílio no Kenya

Recursos estão sendo utilizados para auxílio a seis tribos Turkanas, situadas no noroeste do país, que sofre com a seca extrema e a fome

O Instituto Brasileiro de Benemerência e Integração do Ser – Ibbis aproveita o espaço de divulgação e de confiança que possui, nas redes e no coração daqueles que nos acompanham, para pedir ajuda a amigos nossos que realizam missões humanitárias no Kenya, país situado na África Oriental.

Em função da seca extrema e da falta de alimentos, irmãos da tribo Turkanas, que vivem na região noroeste do país, em Lodwar Norte, estão morrendo. “Olá irmãos. Esta semana morreram dois Turkanas resultado da extrema seca e falta de comida no norte do Kenya. Pedimos orações pelo o fim da fome nesta região e, se possível, qualquer ajuda financeira. Estamos indo até as tribos Turkanas para levar alimentos e lembrá-los que até mesmo em tempos de crise o Senhor está com eles e os ama”, descreve a missionária Franciane de Oliveira Barbosa.

Dados para doação ao trabalho missionário do grupo de Franciane Barbosa, na África.

Franciane é ex-secretária do presidente do Ibbis, Maurício Crispim, e já trabalhou com ele em Brasília, em seu consultório médico. Após se casar com Francisco Antônio Chagas Barbosa, ela partiu em missão para a África junto com o esposo e a filha. “Ano passado ela veio ao Brasil e foi ao meu consultório contar sobre a luta que travam, com obstáculos imensos. Quem puder dar uma força para o trabalho que eles realizam, entre em contato conosco no Ibbis ou faça a doação direto para a conta fornecida por eles”, relata Maurício.

Água e alimentos
Os recursos materiais arrecadados são para aquisição de água e alimentos. “Para se ter uma ideia, em conversão da moeda local, um saco de milho de 45kg custa R$ 66,00; um saco de feijão de 45kg está custando R$ 114,40. E o transporte para a entrega de alimentos, nas seis tribos que estão sendo auxiliadas, custa R$ 572,00”, detalha Franciane.

De acordo com a missionária, a seca faz com que os Turkanas tenham que andar até 57 quilômetros atrás de água potável. “A água dos poços locais não está boa e a comida é muito escassa”, narra.

Além de doações materiais, os voluntários pedem ainda orações para fortalecer o trabalho desenvolvido. “Nós agradecemos a todos pelas doações que têm sido feitas. Somos extremamente gratos ao Senhor Jesus Cristo pela sua parceria em oração e contribuições. À medida que formos recebendo e distribuindo a água e os alimentos, vamos registrar em fotos e vídeos e passar a vocês. Deus os abençoe!”, agradece Franciane.

Prepação
"A dinâmica de auxílio aos Turkanas é pesada, mas é muito gratificante quando o trabalho termina", diz Franciane. Ela construiu para nós um passo a passo de como é receber as doações e levar às tribos. Olha só:

Convite
A Franciane fez ainda um agradecimento e um convite, em nome do Maurício, a todos os parceiros que têm colaborado com a causa -- e que querem colaborar mais. Confira:

Clique abaixo para conferir a galeria de fotos do trabalho realizado: